CONTOS – Página: 5 – Pão de Canela e Prosa
Pão de Canela e Prosa

Categoria -CONTOS

D. CLEUZA – QUINTO E ÚLTIMO CAPÍTULO

  _ Quem matou a Dona Cleusa? – perguntou Gilberto de repente causando impacto. _ Não sei – disse Magali assustada. _ O homem de preto – respondeu Fábio de olhos bem abertos. _ Eu não fui – quase balbuciou José Antônio. _ Nem eu – afirmou Sebastião. – Eu não faria uma coisa dessas _ Foi o homem de preto – voltou Fábio...

D. CLEUZA – QUARTO CAPÍTULO

IV Tenente Gilberto voltou ao local do crime no dia seguinte e examinou cada parte do cômodo detalhadamente. Sabia que ali estaria a resposta que ele precisava obter. Olhou o altar de D. Cleusa onde havia imagens de santos da igreja católica e imagens de entidades de umbanda, oferendas como colares e brincos, velas acesas e apagadas, sal, alguma...

D. CLEUZA – TERCEIRO CAPÍTULO

  III _ O relato é todo esse – disse Gilberto ao seu superior na delegacia. – O rapaz disse que ouviu o grito da filha da velha e entrou no quarto onde ela benzia os outros e viu a cena que o senhor tem em mãos nas fotos. _ Não houve mais nada de anormal que ele possa ter percebido? _ Senhor, ele disse que achou estranho a casa estar...

D. CLEUSA – SEGUNDO CAPÍTULO

II A moça não teve tempo pra pensar sobre o que fazer, mas ainda assim o acompanhou até a sala de estar da casa e lhe mostrou o telefone. Fábio ligou para a emergência policial e em poucas palavras relatou o que vira. Precisava que a polícia viesse o mais urgente possível. Precisava que alguém lhe dissesse que aquilo não era verdade. Sim...

D. CLEUSA (conto em cinco capítulos)

Meus amigos, inicio hoje um conto de assassinato de uma velha benzedeira. Uma mulher a quem todos amavam, mas que foi encontrada morta na sala onde benzia e praticava o bem. Fora degolada! Quem poderia ter feito tamanha atrocidade? Fábio era uma pessoa que sempre ia à casa da velha se benzer, naquele dia ele afirma que saiu correndo do interior...