Pão de Canela e Prosa – Página: 3 – Onde as palavras têm sabor
Pão de Canela e Prosa

LITERATURA DE HORROR NACIONAL

Literatura de horror no Brasil Na Feira de Livros de Juiz de Fora – FLIJUF – eu participei de uma mesa redonda sobre literatura de horror/terror brasileira. Dividi a mesa com mais dois escritores, Tiago Vieira e Michele Valle e fomos mediados pelo escritor JR Amorim. Eu comecei falando da inspiração para escrever horror e ainda disse...

SONETO

O soneto é um poema com regras fixas quanto ao número de versos. O soneto italiano, que é o mais conhecido no nosso meio, apresenta duas quadras e dois tercetos. São versos com número fixo de sílabas e ordem de rimas.1 Pode-se fazer um soneto com qualquer número de sílabas métricas, mas o mais famoso deles é o soneto alexandrino.1 “O...

ANTOLOGIAS

Participei hoje do lançamento de mais uma antologia. É muito importante participar dessas uniões de autores para publicação de um livro. Lançamos hoje “JUIZ DE FORA AO LUAR” volume 3. Participaram desse livro trinta e quatro autores e no lançamento apenas dois não puderam estar presentes. Então, o meu livro tem trinta e dois...

E AÍ SE FALA EM MORTE

E aí se fala em morte! E você morre! Vai morrer com certeza, um dia! O que você viveu, o que você construiu, em pouco tempo deixará de ter a sua cara, a sua marca e em breve, muito em breve, após a sua morte, você deixará de existir para quem seguir em frente, sejam filhos, netos, quem quer que seja que tenha convivido com você. Seus...

FELICIDADE

Um aluno me perguntou hoje enquanto duscutíamos sobre a profissão de médico: _ Professor, o senhor é feliz? Segundo ele, a sua maior preocupação é fazer um curso tão intenso – em todos os sentidos -, ter uma profissão onde você é um médico vinte e quatro horas por dia, se não for mais umas horas extras, e, depois de tudo ser...

O ABRAÇO

Por que eu gosto de um abraço? Gosto de trocar energias, De sentir o calor do corpo Que meu calor recebe. Gosto desse momento íntimo Que distribui a força, Diminui a dor, a solidão, Aumenta a esperança e o brilho nos olhos. Gosto de abraçar meus amigos Meus entes queridos, todo mundo Gosto desse momento único De poder dizer calado, o quanto...

ESTANCAMENTE

Meu corpo, Na aura vibrante do infinito, Se excita em sonhos e desejos E se comprime e se cala… Meu corpo, No silêncio constante, depois do grito, Se confunde em carícias e beijos, Se torna macio, mas não fala… Meu corpo, Talvez por tornar-se um mito, Se encontra entre sons e harpejos, Na vibração da luz e tanta apagá-la. Meu...

O VAMPIRO MOR NA BIENAL DO RIO

Aqui estou eu: primeiro dia da XIX Bienal Internacional do Rio de Janeiro com as pernas reclamando por descanso e o corpo pedindo banho. Estou cansado e muito feliz de estar novamente envolto em tanta cultura, com tantos escritores dos quais sou fã e alguns que até me admiram um pouco. Achei que seria ruim vir para a Bienal e não ter nem mesmo...