Pão de Canela e Prosa – Página: 4 – Onde as palavras têm sabor
Pão de Canela e Prosa

MEU JEITO SOLO DE SER

Talvez a essência Da minha matéria Sobrexista a tempestade E não me atinjam raios Não me derrubem furacões Talvez eu passe, Talvez resista.   Vou resistir a tudo Vou sobreviver a todos Vou conseguir guardar Pra mim, só pra mim, Minhas incongruências todas, Minha inconseqüência, Meu jeito solo de ser.

PRIMEIRO SORTEIO DO BLOG

Sorteio do Blog Você já leu A MANSÃO DO RIO VERMELHO I ou A MANSÃO DO RIO VERMELHO II – UM VAMPIRO NOS TRÓPICOS? Para quem leu o primeiro, deve estar louco para ler o segundo. Quem não leu, pode ler o segundo primeiro e depois esclarecer dúvidas e conhecer a história do anterior. Enfim, o que é A MANSÃO DO RIO VERMELHO? A história...

COMER NAS VIAGENS

Comer nas viagens! Quem come arroz, batata frita ou fast food tipo Mc Donald’s – nada contra, há dias em que como também -, vão comer essas coisas  em qualquer lugar do mundo. Para quem gosta de conhecer bem o lugar para onde viajou, é muito bom experimentar a culinária local. Não recomendo que se faça loucuras, mas quando...

O HOTEL – CONTINUANDO A VIAGEM

Tão importante quanto arrumar as malas, a preparação da viagem conta com outro detalhe: o hotel!. E o que é importante em um hotel? Uma cama muito boa? Um chuveiro espetacular – daqueles que a gente acredita que o nosso nunca vai se igualar, às vezes é até melhor -, um café da manhã de tirar a fome para o resto do dia e a...

ARRUMANDO AS MALAS

Saindo pra viajar eu comecei a imaginar em como arrumar uma mala para que a viagem seja ótima. Primeiro, é preciso pensar bem o que levar de acordo com o lugar para onde se vai e o tempo de permanência. Se se vai para um lugar frio, não importa que você esteja saindo de Muriaé (cidade de Minas Gerais normalmente muito quente) e vai para Oslo...

CONTIDO EM SILÊNCIO

Insuportavelmente quieto e silencioso Meu coração bate calado, Tentando não ser ouvido. Presa na sombra, imóvel, apagada, Minha alma sussurra ao vento, Na intenção de não ser sentida. Meu corpo, como que atado a ferros, Não move um músculo, um pelo, Para passar despercebido…   Mas minha mente, irrequieta, doidivana, Busca-te onde...