REGRAS – Pão de Canela e Prosa
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REGRAS

Acredito que no mundo, tenhamos que sempre seguir regras. Sempre agradar alguém. Sempre. Sempre! SEMPRE!
E o que interessa realmente na vida? Não no mundo, na vida. Há um milhão de regras da família, da sociedade, dos amigos, de tudo enfim.
Regras para se vestir, para comer, para andar na rua, para ficar em casa sozinho … nunca!
É sabido que o homem tem duas faces, aquela que mostra para o mundo e aquela que nem sempre mostra pra si mesmo, ou quando mostra, é um outro indivíduo completamente diferente. É o pudico que anda nu em casa, ou assiste pornografia. É a religiosa que arde de tesão quando está no silêncio do seu quarto. É o macho alfa que espanca a mulher e adoraria ter uma relação sexual com o melhor amigo.
Regras: sempre regras. O que leva ao ser humano seguir regras que foram criadas por outros seres humanos?
Enfim, se não forem as regras, seríamos um bando de selvagens invadindo o espaço de todo mundo.
Uma regra básica é: “O MEU ESPAÇO TERMINA ONDE COMEÇA O SEU”, e, muito importante: “AMAR TODO MUNDO”.
Eu amo todo mundo. Quando é pra não gostar ou detestar, eu ignoro.
Minhas regras são ser feliz e fazer sempre aquilo que eu amo. Amo demais, mas isso é muito bom!

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Artur Laizo Escritor

Artur Laizo nasceu em 1960, em Conselheiro Lafaiete – MG, vive em Juiz de Fora há quase quatro décadas, onde também é médico cirurgião e professor.

4 comentáriosDeixe um comentário

  • Palavras e fatos reais. E como devemos viver? Se temos “regras” a seguir devemos respeitá -las porque mantem a ordem. Façamos pelo menis nossa parte. Duas caras, prefiro não. Devemos ser o que somos. Qdo isso não acontece ao meu ver, é porque nem a gente mesmo se aceita. Aceitação do eu de forma ampla. Concordo, amar sempre é o melhor remédio. Bela reflexão! Apreciei!

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