Artur Laizo Escritor – Página: 6 – Pão de Canela e Prosa
Pão de Canela e Prosa

Autor - Artur Laizo Escritor

CONCURSO DE CONTOS INFANTIS DA LEIAJF

I CONCURSO DE CONTOS INFANTIS da LIGA DE ESCRITORES, ILUSTRADORES E AUTORES DE JUIZ DE FORA – LEIAJF   EDITAL   I – APRESENTAÇÃO O I CONCURSO DE CONTOS INFANTIS da LIGA DE ESCRITORES, ILUSTRADORES E AUTORES DE JUIZ DE FORA – LEIAJF objetiva premiar obras inéditas nas categorias CONTO INFANTIL, escritas em língua portuguesa, por...

MEU NOME É ARTUR LAIZO

Meu nome é ARTUR LAIZO. Só isso mesmo! Temos na minha família, descendentes do tataravô Stephan Laiso, nomes curtos para os homens. Stephan, meu bisavô Massimiliano Laiso, meu avô Arthur Laizo e meu pai Ercy Laizo. Chegaram Laiso e na alfândega já viraram Laizo. Meu tataravô teve filhos e filhas e um deles, o Massimiliano foi o primeiro a...

DEVERÍAMOS ANDAR NUS

Eu acho que todos deveríamos andar nus. Tudo seria muito mais fácil. Por exemplo, eu tenho uma calça amarela que não dá para usar com qualquer camisa. Minha calça verde oliva, não combina com minha camisa azul royal. E a combinação da minha coleção de meias coloridas com minha coleção de gravatas? Isso se torna quase...

DANONINHO VALE POR UM BIFINHO

Danoninho que vale por um bifinho! Acho que tudo começou aí. Talvez um pouco antes, um pouco depois, mas a partir dessa década, anos oitenta, começaram a mexer na dieta do ser humano no geral. Hoje em dia, tudo é ruim e tudo faz mal. O prato de refeição do brasileiro é arroz, feijão, verduras ou legume, angu e às vezes, carne. Foi assim...

EU QUERIA MORRER

Eu queria morrer Como morrem os passarinhos… _ Não sei como morrem os passarinhos, Talvez caiam das árvores, Talvez tenham uma crise Convulso-expirante E após se estrebucharem, Ascendam aos céus. Aos céus, Sim, porque também as aves Têm almas! Queria morrer como um passarinho, Melhor seria dos menores, Daqueles que cantam a mais não...

RÉVEILLON 2018

Eu hoje comi nhoque da fortuna: é dia 29 do mês e eu faço a tradição de colocar uma nota embaixo do prato, comer sete nhoques pedindo aos espíritos amigos que me deem coisas materiais no próximo mês. Faço isso regularmente todo dia vinte e nove de cada mês. Eu vou passar a virada do ano de vermelho, branco e amarelo. Eu gosto de usar uma...

EM UMA NOITE ESCURA

Numa noite escura, Numa praia qualquer, Junto a mil barqueiros, Navegantes, loucos, Eu apareci! E não vinha de lugar algum, Somente trazia nas mãos As sandálias que se arrebentaram E vestia-me de raios de lua…   E na noite escura, Na transparência das águas Claras pela lua rosada, Tornava-se mais e mais Aquela fragrância...

O PUDIM DE QUEIJO DA MINHA AVÓ

Quando eu era criança, o Natal era comemorado com o almoço na casa da minha avó Célia, mãe do meu pai. Ela teve seis filhos, mas dois partiram mais cedo. Tio Wilson e tio Ely morreram na década de cinquenta. Meu avô, Arthur Laizo, morreu no ano que eu nasci e ele eu também não conheci. Reuniam-se então, na casa da minha avó, meu pai...