NO MESMO RITMO – Pão de Canela e Prosa
Pão de Canela e Prosa

NO MESMO RITMO

Abri os olhos

Senti seu corpo colado ao meu

A noite foi extasiante

O amor foi completo

A vida só existe

Porque você existe

Não ouso me mexer

Não quero mudar esse contato

Nao quero perder esse calor

Que você passa

Pele a pele

Um suspiro

Um pequeno gesto

E eu me viro pra você

E você, frágil, embriagada de sono,

Deita sua cabeça no meu peito

E o corpo quase todo sobre o meu

E continua dormindo

Eu sinto que respiramos

No mesmo ritmo

E nossos corações

Bombeiam o mesmo sangue.

Ficaria assim eternamente…

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Artur Laizo Escritor

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