Mar escuro – Pão de Canela e Prosa
Pão de Canela e Prosa

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MINHA PRAIA

Navego por um mar de águas rasas, profundas, De águas escuras, frias, ora muito quentes, Navego sem desejo algum, águas imundas, Me deixo levar, sinto frio, ranjo dentes… E não há proteção, contra essas feras fundas, Não há o que fazer, são loucas muitas mentes, São mudas muitas bocas, cegas infecundas, E cercado de loucos, vivo...