Na escuridão do meu caminho torto, Levo os dias empurrando minha alma, Por certo até, eu já esteja morto, Sigo arrastando correntes, com calma… Nessa escuridão desse fétido horto, Talvez algum dia, com alguma palma, Tenha alcançado algum simples conforto, Mas, hoje, caminho só, sem vivalma… Matei minha vida quando perdi...